quinta-feira, 6 de julho de 2017

ARACAJU; Investigação de acidente que matou a cantora Eliza Clívia e o marido dela não tem data para conclusão, diz delegada


Perícia foi realizada no local do acidente no Centro de Aracaju

Perícia é realizada no local do acidente
Na manhã desta quarta-feira (5) uma perícia de campo foi realizada por policiais civis com o a poio da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) de Aracaju no local do acidente que matou a cantora paraibana Eliza Clívia, 37 anos, ex-vocalista da Banda Cavaleiros do Forró, e o marido dela, o baterista Sérgio Ramos. O acidente aconteceu no dia 16 de junho deste ano no Centro de Aracaju.

Segundo Daniela Lima, que atua na Delegacia Especial de Delitos de Trânsito, e é responsável pelo caso, ainda não é possível ter uma análise sobre o ocorrido. “Essa é uma perícia que vai usar uma metodologia que se utiliza da sobreposição de imagens para fazer o cálculo de velocidade dos veículos no momento da colisão”.
Elizia, que iniciou a carreira solo quatro meses antes da morte, estava em Aracaju para divulgar um show que seria realizado no dia do acidente, quando o veículo em que estava bateu contra um ônibus. Além do casal, três pessoas da equipe também estavam no veículo e ficaram feridas. O motorista do veículo Cleberton José dos Santos é o único que continua internado, e segundo informações do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), permanece em estado grave. 

Marido da cantora também morreu no acidente (Foto: Arquivo Pessoal)
Sobre a conclusão dos trabalhos, ela admitiu que ainda não tem um prazo definido. “Não existe previsão para a conclusão das investigações, pois as vítimas moram em outros estados e estão se recuperando junto a suas famílias. Temos uma previsão de coleta de depoimentos para a próxima semana, mas isso depende da recuperação dessas testemunhas”, disse.


Durante o trabalho realizado no local, os peritos utilizaram balizas para comparar, através da mesma câmara que flagrou o acidente, a imagem desta quarta-feira com a que foi divulgada no do dia da colisão. Nesse processo pericial, as balizas servirão para o cálculo para estimar a velocidade do ônibus no momento do acidente.