quarta-feira, 16 de agosto de 2017

EM NOVA PALMEIRA; Internauta relata casos de massacres com animais na cidade




PB-Policia.

Os acontecimentos têm se tornado cada vez mais comuns e preocupado os donos, que não sabem como agir quando o animal começa a dar sinais de que não está bem

O
s casos de envenenamentos de cães e gatos na cidade de Nova Palmeira, Seridó paraibano, estão aumentando assustadoramente. Apesar de não haver dados estatísticos, é grande o número dessas ocorrências.

Cachorro encontrado
agonizando na manhã
desta terça-feira (15)
Seja por maldade, descuido ou distração, os acontecimentos têm se tornado cada vez mais comuns e preocupado os donos, que não sabem como agir quando o animal começa a dar sinais de que não está bem.

Uma moradora do conjunto Mariz, em contato com o Blog NP, na manhã desta terça-feira (15), relatou casos de substâncias tóxicas jogadas em muros de residências, com o intuito de eliminar os animais.

“A minha avó, faz pouco tempo, perdeu os seus gatos e agora foi o cachorro. No meu caso, já tinha perdido meu bichano, e isso voltou a acontecer recentemente. Uma vizinha minha tem o costume de cuidar dos bichinhos. O pessoal solta na porta dela, que ‘adota’ cada um. Só que tem gente que não gosta, pois há uns quatro meses todos os gatos foram mortos, incluído aí os dos vizinhos. É alguém que faz essas maldades, pois ficam os rastros por trás da casa”, relatou a internauta.

Os cidadãos nova-palmeirenses estão indignados com tamanha barbaridade e procuram descobrir o mais rápido possível, uma solução para o caso de violência que pode ser chamado de chacina animal.

Não se sabe qual substância usada, mas o fato é que animais de estimação ou mesmo das ruas da cidade estão sendo sacrificados.
Animal encontrado morto nesta terça (15) no conjunto Mariz, em Nova Palmeira
(Foto: Divulgação)
 

A intoxicação dos animais domésticos não é uma coisa rara de se encontrar. Pode ocorrer de maneira acidental ou criminosa.

A primeira acontece quando o animal ingere plantas tóxicas, medicamentos ou venenos para roedores. O animal, de maneira instintiva evita os produtos tóxicos, porém em alguns momentos, ele por curiosidade ou desatenção, pode entrar em contato com estas substâncias.

No caso de intenção criminosa o agente tóxico normalmente está disfarçado (dentro de uma bolinha de carne, salsicha, leite, etc) e age de maneira rápida, normalmente levando a criatura à morte.

Segundo o artigo 32 da Lei Federal 9.605, de crimes ambientais, maus-tratos contra animais é considerado crime contra o meio ambiente e a pena pode chegar a um ano e quatro meses, quando ocorre a morte do animal.

Blog NP
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