sábado, 21 de outubro de 2017

BRASIL; Fim de semana terá chuva de meteoros gerada pela poeira do cometa Halley

Br-Destaque.
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Cesar Baima - O GloboFoto estraida do Google.com

Auge acontece entre madrugadas deste sábado e de domingo, com radiante nas ‘Três Marias’

E
ste fim de semana, e ao longo dos dias seguintes, quem puder se afastar das grandes cidades poderá ver um belo espetáculo no céu durante as madrugadas. Isto porque, desde o início do mês e até o
começo de novembro, a Terra atravessa uma trilha de detritos deixada pelo cometa Halley por suas passagens pelo interior do Sistema Solar ao longo dos séculos.
Assim, neste período costuma haver um aumento na visualização das chamadas “estrelas cadentes”, na verdade pequenas rochas e grãos de poeira que se incendeiam do topo da atmosfera a velocidades que podem passar dos 230 mil quilômetros por hora, em fenômenos conhecidos como “chuvas de meteoros”. Comente no final da matéria.

Neste caso, a “chuva” é batizada Oriônidas por ter seu chamado radiante - a região do céu de onde a maior parte das “estrelas cadentes” parece estar “saindo” -, próximo à constelação de Órion, mais conhecida no Brasil pelo asterismo “Três Marias”. Considerada uma chuva de meteoros de intensidade moderada, a previsão é de que as Oriônidas deste ano atinjam seu pico entre madrugada deste sábado e a de domingo, com uma taxa de 15 a 20 meteoros por hora. Em outros anos, no entanto, o fenômeno chegou a registrar auges de até 80 “estrelas cadentes” por hora.


Como o brilho deste tipo de fenômeno em geral é muito fraco, sua visualização é muito difícil em centros urbanos, em especial grandes cidades como o Rio, onde a poluição luminosa “apaga” as estrelas no céu. Assim, para melhor observação, a recomendação dos especialistas é procurar um lugar mais escuro possível, longe de fontes de iluminação, sem nuvens e com o horizonte livre na direção Leste, onde a constelação de Órion vai surgir por volta das 22h30 (horário de Brasília) e lentamente se encaminhar para a direção Norte e o zênite (o “topo” do céu), antes de “sumir” com o nascer do Sol.
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