domingo, 15 de outubro de 2017

BRASIL; Moradores de 10 Estados e do DF devem adiantar relógios em 1 hora

BR-Cidades.
Horário de verão começou à 0h nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Alteração vale para o Sul, Sudeste e Centro-Oeste
Alteração vale para o Sul, Sudeste e Centro-Oeste-Renato Araújo/19.02.2011/ABr
Começou à 0h deste domingo (15) o horário brasileiro de verão 2017/18. A medida estabelece que os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do País adiantem seus relógios em uma hora.
O horário diferenciado terá duração de 126 dias e termina em 18 de fevereiro de 2018, data na qual os ponteiros dos relógios deverão ser atrasados em uma hora.
O ajuste nos relógios deve ser realizado no Distrito Federal e nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catariana, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.
Adotado no Brasil em 1931, o horário de verão é implementado todos os anos desde 1985 com o objetivo de economizar energia nos períodos responsáveis pelos picos de consumo no País.
Em 2008, ficou estabelecido pelo decreto 6.558, assinado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que o horário diferenciado seria estabelecido “a partir de zero hora do terceiro domingo do mês de outubro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subsequente”.
Neste ano, no entanto, o governo federal cogitou extinguir o horário diferenciado após estudo encomendado pelo MME (Ministério de Minas e Energia) identificar que a mudança traz "resultados próximos da neutralidade para o sistema elétrico".
As autoridades do setor afirmaram que o atual vilão do consumo de energia passou a ser o ar-condicionado, e não mais o chuveiro elétrico. Segundo o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), a mudança de hábitos não justifica mais a adoção da medida.
Após avaliar o levantamento e causar polêmica, principalmente entre os comerciantes, o governo optou pela manutenção do horário de verão que, no ciclo 2016/17, resultou em uma economia de R$ 159,5 milhões, segundo o MME.

Na ocasião, a pasta afirmou que a economia representa o valor que deixou de ser gasto com o acionamento das usinas termelétricas, geradoras de eletricidade mais cara do que as hidrelétricas.
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