terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

PMS E BOMBEIROS ADMITEM CHANCES DE RETOMAREM PARALISAÇÃO NO RN


RN-POLICIA.

Fonte: Jair Sampaio

A assembleia realizada na tarde desta segunda-feira, 5, na sede da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBM-RN), não deflagrou um novo movimento de paralisação na categoria, mas ligou o sinal de alerta para o Governo do Estado cumprir com os prazos que havia firmado no mês passado.
Na ocasião, os líderes das corporações prestaram contas do Termo de Ajustamento firmado com o Governo e destacaram que algumas medidas identificadas como emergenciais não foram cumpridas, como é o caso do repasse do 13º salários dos servidores, aprazado inicialmente para o final do mês de janeiro.
De acordo com Roberto Campos, presidente da Associação dos Cabos e Soldados (ACS), a categoria aguarda que o Executivo cumpra a palavra que deu aos servidores sob pena de sofrer consequências nos próximos dias. “Muitas das datas que estão presentes no termo foram dadas pelo próprio governo. Ou seja, estão descumprindo prazos que eles mesmo estipularam. Exigimos a regularização”, cobrou o oficial.
Nesta terça-feira, 6, a categoria tem reunião marcada no Gabinete Civil com a secretária-chefe Tatiana Mendes Cunha e com outros secretários que participam diretamente das negociações. Este encontro servirá para a ASSPMBM cobrar uma resposta do Executivo. Na sexta-feira, 9, haverá uma segunda reunião, desta feita para o Governo comunicar, efetivamente, quais as ações serão tomadas.
“Nós voltamos a trabalhar sem as condições necessárias e posso dizer que há total risco da categoria voltar com a paralisação caso o Governo não cumpra com sua palavra. Tudo que vier a acontecer daqui para frente será de inteira responsabilidade do Executivo, vez que ele não consegue cumprir o que foi acordado”, completou Roberto.
Apesar do aviso dado pelo presidente da ACS, os discursos apresentados pela mesa durante a assembleia desta segunda-feira indicaram que é improvável ocorrer uma paralisação no período do Carnaval, uma vez que, neste caso, a população seria a maior penalizada, sendo que esta, na visão da categoria, é a que menos deve sofrer as consequências de uma nova paralisação.
 


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