quinta-feira, 21 de junho de 2018

GOLEIRO BRUNO DEIXA PRESÍDIO E VAI PARA ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇÃO E ASSISTÊNCIA AO CONDENADO EM MG quinta-feira

VARGINHA – MG – POLICIAL.


Resultado de imagem para fotos do goleiro bruno
O goleiro Bruno Fernandes deixou o presídio de Varginha (MG) e foi transferido para a Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) do município na tarde desta quarta-feira (20). A medida foi possível após decisão do juiz da 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Varginha, Tarciso Moreira de Souza, publicada nesta terça-feira (19).

Bruno cumpre pena na cidade desde abril de 2017, quando se apresentou após ter a liberdade revogada por uma decisão do Superior Tribunal Federal (STF). Na decisão, o magistrado diz que é de "extrema importância à reeducação e ressocialização do educando o desempenho de trabalho lícito", por se tratar de "instrumento de afirmação da dignidade humana".

De acordo com o advogado Fábio Gama, que representa o goleiro, a transferência aconteceu entre 14h e 15h e agora Bruno deve ter reuniões com a diretoria da Apac para definir quais atividades e trabalhos ele deve exercer na instituição.

Resultado de imagem para fotos do goleiro bruno

Com isso, Bruno passa a dormir e trabalhar na sede da Apac em Varginha, enquanto aguarda julgamento de habeas corpus no STF e ainda a atualização do atestado de pena, que atualmente aponta o direto à progressão ao regime semiaberto em dezembro de 2018.
Ainda segundo a decisão, mais 51 dias devem ser remidos, já que o goleiro trabalhou outros 153 dias entre outubro de 2017 e abril de 2018.

Bruno foi preso inicialmente em 2010 e depois condenado pelo homicídio triplamente qualificado de Eliza Samúdio e por sequestro e cárcere privado do filho Bruninho. Ele também havia sido condenado por ocultação de cadáver, mas esta pena foi extinta, porque a Justiça entendeu que o crime prescreveu.
Resultado de imagem para fotos do goleiro bruno
Os crimes somados chegaram a 20 anos e 9 meses de prisão. As penas foram divididas e, como o homicídio é considerado crime hediondo, Bruno precisa cumprir 40% da pena dele para ter direito à progressão de regime.