domingo, 23 de dezembro de 2018

BOLSONARO FAZ OTIMISMO DE BRASILEIRO COM ECONOMIA SER O MAIOR DESDE 97

BR-ECONOMIA.
Pesquisa do Datafolha revela enorme expectativa positiva da maioria dos brasileiros em relação ao emprego, poder de compra e inflação
                                      confiança em Bolsonaro é a maior da história. Tânia Regô/Agência Brasil - 
confiança em Bolsonaro é a maior da história
Nos últimos anos, o brasileiro nunca esteve tão otimista na economia quanto agora com o governo Bolsonaro batendo à porta.
Pesquisa do Datafolha revela que 65% dos brasileiros acreditam que no próximo ano a situação econômica do Brasil vai melhorar. Em agosto, apenas 23% pensavam assim. É o maior índice de confiança desde 1997, quando o instituto começou a fazer esse tipo de levantamento.
Mesmo em relação ao desemprego, uma unha encravada na vida de grande parte da população, o clima é positivo. Em agosto, 19% acreditavam que ele cairia. Hoje, 47% esperam por isso. Também é o número mais robusto desde 1995, ano em que a série histórica foi iniciada e o governo Fernando Henrique Cardoso dava os primeiros passos.
Apesar do ambiente tradicionalmente ser favorável às vésperas de um novo governo, a pesquisa mostra que, por todos os ângulos e de maneira enfática, o brasileiro, mesmo muitos dos que votaram em Lula (opa, Haddad), deposita no futuro governo Bolsonaro as últimas fichas para acordar o eterno gigante adormecido.
Isso é mais notável quando nos lembramos da campanha eleitoral extremamente polarizada, marcada por vários petardos abaixo da linha da cintura e que trazia duas opções claramente opostas na ideologia e nos costumes, como nunca o País vivenciou desde a redemocratização.
Apesar da falta de quórum em algumas casas neste Natal, essa etapa de enfrentamento cego e destrutivo parece vencida. Mesmo entre os nordestinos, onde Bolsonaro foi mais rejeitado, 60% estão esperançosos de uma vida melhor a partir do ano que vem.

A agenda ideológica e comportamental do novo governo produzirá faíscas e o PT fará a oposição violenta de sempre, mas o Datafolha indica algo elementar: se o cidadão tiver mais dinheiro no bolso e comida na mesa, o que sobra é periférico para a grande maioria.
Durante o auge da crise do Mensalão, em 2005, quando um comandante da estatura de José Dirceu era defenestrado sem dó nem piedade, poucos em Brasília apostavam um pixuleco na reeleição de Lula. Esqueciam que a economia mundial bombava e o ex-presidente surfava na onda. Como sabemos, o eleitor que foi apresentado ao filé mignon e os mais sortudos que trocaram a Praia Grande por Cancún deram de ombros para a turma de Joaquim Barbosa.



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Chagas Silva