quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

NO PLANALTO, MACRI DIZ QUE MADURO É 'DITADOR' QUE QUER SE PERPETUAR NO PODER COM 'ELEIÇÕES FICTÍCIAS'


BR-POLITICA.
Presidente da Argentina deu a declaração nesta quarta-feira (16) ao lado de Jair Bolsonaro. Líder argentino afirmou que Assembleia Nacional é única instituição 'legítima' da Venezuela.
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Por Guilherme Mazui, G1 — Brasília
Em visita ao presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto, o chefe de Estado da 
Argentina, Mauricio Macri, afirmou nesta quarta-feira (16) que os governos brasileiro e argentino não aceitam o que ele classificou de "escárnio com a democracia" que, supostamente, foi a eleição que reelegeu Nicolás Maduro. Ele também ressaltou que a comunidade internacional já percebeu que o líder venezuelano é um "ditador que quer se perpetuar no poder com eleições fictícias".
De acordo com Macri, Brasil e Argentina compartilham uma preocupação com a crise política e econômica da Venezuela. Na semana passada, Maduro assumiu o segundo mandato como presidente do país sul-americano diante da reprovação de parte da comunidade internacional.
O grupo de Lima, que inclui o Brasil e outros 12 países, anunciou no início do mês que não reconheceria o novo mandato de Maduro por considerar que se trata de resultado de eleições ilegítimas.
O argentino afirmou ainda que os dois principais países da América do Sul reconhecem apenas a Assembleia Nacional da Venezuela - parlamento comandado pela oposição ao regime bolivariano - como única instituição legítima do país vizinho, "eleita democraticamente pelo povo venezuelano".
"Compartilhamos a preocupação pelos venezuelanos. Reafirmamos nossa condenação à ditadura de Nicolás Maduro. Não aceitamos esse escárnio com a democracia, e menos ainda a tentativa de vitimização de quem na verdade é o algoz", discursou Macri em um pronunciamento conjunto com Bolsonaro no Palácio do Planalto.
"A comunidade internacional já se deu conta. Maduro é um ditador que tenta se perpetuar no poder com eleições fictícias, prendendo opositores e levando os venezuelanos a uma situação desesperadora e angustiante", complementou o presidente argentino.



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