quinta-feira, 4 de abril de 2019

MP INVESTIGA DENÚNCIA DE RACISMO EM LOJA DO MCDONALD´S DE SP

SP-POLICIA.
Gravações de câmeras de segurança do estúdio da Rádio SOT e da rua, nos Jardins, são analisadas por investigadores na busca pelos suspeitos
Ladrões renderam várias pessoas em estúdio de rádio nos Jardins, em São Paulo

A Polícia Civil de São Paulo trabalha para identificar os responsáveis pelo assalto ao estúdio de uma web rádio que realizava uma transmissão ao vivo de um programa sobre música, na Rua Maestro Chiaffarelli, no Jardim Paulista, região nobre da capital paulista. O crime foi praticado na noite da última terça-feira (2) e é investigado pelo 78º DP (Jardins).
Imagens do sistema de monitoramento do local foram entregues aos investigadores para auxiliar no trabalho de reconhecimento dos suspeitos que renderam 11 pessoas no estúdio e roubaram carteiras, celulares e outros pertences das vítimas.

Outra câmera de segurança gravou o que parecer ser o carro utilizado pelos assaltantes. Trata-se de um veículo preto. No entanto, não possível identificar a placa do carro, que ficou estacionado por cerca de cinco minutos em frente à residência.

A PM, que havia sido acionada para atender a uma ocorrência de roubo, chegou dez minutos depois da ação. Os policiais militares notaram sinais de arrombamento na porta de entrada. As vítimas permaneceram presas no segundo andar do imóvel.

A rua onde o crime foi praticado mantém uma guarita de vigilância 24 horas. No entanto, o vigia não percebeu qualquer movimentação suspeita.

Ação violenta

Além do diretor da emissora, Alessandro Santos, participavam do programa Samba do Bom no momento da invasão o músico Pinha Presidente, ex-integrante do grupo Exaltasamba, a cantora Grazzi Brasil, a modelo plus size Tassiane Martins, Gislaine Silva, além dos apresentadores Jocimar Martins (mestre-sala da escola de samba Mocidade Alegre) e Ronaldo Brás.

Para o músico Pinha Presidente, os ladrões pretendiam invadir uma residência, mas se equivocaram. "Tenho certeza que erraram o endereço, porque era um estúdio, não tinha dinheiro", avaliou.

Os suspeitos teriam se passado por entregadores de delivery para enganar as vítimas e conseguir acesso ao estúdio da emissora, que funciona em uma residência.
O diretor da rádio, Alessandro Santos, disse que os funcionários costumam pedir pizzas e outros produtos para comer e que, por isso, abriu a porta para os suspeitos.
Porém, o radialista disse que foi rendido e ameaçado por uma arma pelos criminosos. Segundo Alessandro Santos, todos eram bastante agressivos.

"Muito violentos. Deram coronhadas. A todo o momento, diziam que iriam matar, que iriam dar tiros se não encontrassem o dinheiro", relatou o diretor da web rádio.
Investigação
O R7 entrou em contato com o 78º DP, no qual o caso foi registrado, mas não obteve detalhes sobre a investigação.
A reportagem também solicitou um pedido de entrevista sobre o caso à Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, mas não houve resposta.

 

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Chagas Silva