Radio 99.5 FM Currais Novos/RN

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

MÉDICA REGISTRA BOLETIM DE OCORRÊNCIA POR AGRESSÕES VERBAIS DE VEREADOR


PB-POLICIAL.
Médica contou que ele invadiu consultório. Segundo vereador, profissional prescreveu receita errada
Uma médica registrou um boletim de ocorrência contra um vereador do município de Alhandra, localizado na Região Metropolitana de João Pessoa, afirmando que ele invadiu o consultório em que ela estava atendendo e a agrediu verbalmente, nesta quinta-feira (17). O caso foi denunciado na 6ª Delegacia Seccional de Polícia Civil.
Por telefone, o vereador informou ao G1 que foi ao posto no período da manhã, porque a mãe dele precisava de uma medicação. No entanto, ao chegar ao local foi informado que não haveria médicos na unidade no turno da manhã. Ele contou que deixou a receita no posto para que o profissional da tarde fizesse a prescrição, mas ao voltar para a unidade, percebeu que a receita estava errada.
Clóvis Constantino contou que pediu licença para entrar no consultório e falou para a médica sobre o erro na receita. A partir desse momento, segundo ele, a profissional se exaltou e, por isso, ele também.
De acordo com o boletim, registrado pela médica, o caso aconteceu no início da tarde, quando ela estava atendendo um paciente. O relato aponta que nesse momento, o vereador, conhecido como “Cocó”, entrou no consultório e começou a agredir verbalmente a profissional, sem um motivo aparente, chamando-a de “burra” e afirmando que iria tirá-la do local.
Ainda segundo o boletim, a agressão teria acontecido porque o vereador foi à unidade de saúde, às 7h25 desta quinta-feira (17), e gravou um vídeo declarando que “não tinha médico na unidade”.
 Apesar disso, o boletim indica que a médica declarou que essa informação não procede, pois, embora nesse horário o posto já estivesse aberto, o horário de atendimento começa às 8h e termina às 16h, com uma hora de intervalo para almoço.
 Ainda conforme o documento, a médica indicou duas testemunhas e contou que não pretendia representar criminalmente o vereador, mas realizar um acordo, para que ele pudesse “deixá-la em paz”.
G1 PB

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Chagas Silva