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sábado, 23 de março de 2019

MARCOLA DEVE FICAR PRESO JUNTO COM IRMÃO MAIS NOVO EM BRASÍLIA


BR-POLICIA
Responsável pela custódia dos presos, o Ministério da Justiça e Segurança Pública não confirma a unidade que os presos estão detidos
Marcola passou por nova transferência nesta sexta (22)
Marcola passou por nova transferência nesta sexta (22) Paulo liebert/estadão conteúdo


Com as novas transferências de presos apontados como líderes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) que aconteceram nesta sexta-feira (22), Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, suposto líder máximo do grupo, deve ficar detido na mesma unidade que o irmão mais novo, Alejandro Juvenal Herbas Camacho Júnior, no Presídio Federal de Brasília.
Marcola e Alejandro estavam, até o início deste ano, presos em Presidente Venceslau, sob a custódia do Governo do Estado de São Paulo, até serem transferidos, no dia 13 de fevereiro, para presídios federais (sob responsabilidade do Governo Federal), juntamente com outros 20 presos apontados como líderes do Primeiro Comando da Capital. O suposto número um do PCC foi para penitenciária de Porto Velho (RO), enquanto o irmão teria ido para Brasília (DF).
Nesta sexta-feira, Marcola e outros três presos foram novamente transferidos. Eles saíram de Porto Velho e foram mandados para a penitenciária de Brasília. O Depen (Departamento Penitenciário Nacional), órgão ligado ao MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública), não confirma a informação “por questões de segurança”.
Segundo o MJSP, Marcola e os outros três presos foram transferidos novamente por estratégia para o isolamento de lideranças e para um suposto enfrentamento que visa desmontar a organização criminosa. Autoridades consideram Brasília um lugar importante para manter os presos por se concentrar comandos de todas as forças de segurança e das forças armadas, além da distância das fronteiras.
“A ação é parte dos protocolos de segurança pública relativa à alternância de abrigo dos detentos de alta periculosidade ou integrantes de organizações criminosas, entre as unidades prisionais federais. A medida é estratégica para o isolamento de lideranças e fundamental para o enfrentamento e o desmonte de organizações criminosas”, disse o MJSP por meio de nota.
As transferências desta sexta-feira foram realizadas por uma operação que envolveu órgãos de Segurança Pública, coordenada pela Seopi (Secretaria de Operações Integradas), e do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A escolta ficou sob responsabilidade de agentes do Depen, do Comando de Operações Táticas da Policial Federal e da Seopi.

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