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domingo, 4 de agosto de 2019

O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO DISSE NESTE DOMINGO SER “NATURAL” NOMEAR PESSOAS PRÓXIMAS PARA CARGOS NOS GABINETES.


BR-POLITICA. - “Quando alguém vai embora do meu gabinete, quando alguém morre, por exemplo, no velório tem 10 pedindo emprego. É natural botar quem está do seu lado”, disse ao deixar o Palácio da Alvorada, em Brasília.
O presidente respondia ao questionamentos de jornalistas sobre reportagem publicada pelo jornal O Globo, que mostra que desde 1991, quando Bolsonaro assumiu pela 1ª vez como deputado, ele e seus 3 filhos com mandato, Flávio, Eduardo e Carlos, empregaram 102 funcionários com parentesco ou relação familiar entre si.

Bolsonaro deixou o Palácio durante a manhã para participar de cerimônia de celebração dos 25 anos da Igreja Apostólica Fonte da Vida, onde foi recebido aos gritos de “mito”.

O presidente chamou a reportagem “de mentira deslavada”. Mas também disse: “Foram buscar funcionários que empreguei em 1989. Faz as contas aí. Estão me batendo por coisas de 30 anos”.

Bolsonaro afirmou que já colocou “parente no gabinete, sim”, mas “antes da decisão de que nepotismo seria crime”. “Mas o Supremo também decidiu tipificar homofobia como se racismo fosse. Acho que quem tem que fazer isso é o Legislativo”, disse.

O presidente voltou a comentar também a possível indicação de seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para a embaixada do Brasil nos EUA. O movimento, na visão de alguns especialistas, pode ser classificado como nepotismo.

“Que mania de dizer que tudo que é parente de político não presta. Eu tenho 1 filho que foi elogiado pelo Trump. Vocês massacraram meu filho.”

Ao deixar a residência oficial, Bolsonaro desceu do carro para cumprimentar apoiadores


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