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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO COM AMEAÇAS DE PAÍSES EUROPEUS


B
R-ECONOMIA. - União Europeia é 2º maior cliente do Brasil no setor. Por causa das queimadas na Amazônia, França, Irlanda e Finlândia falaram em medidas contra produtos do país, envolvendo inclusive o acordo UE-Mercosul. Alemanha, Espanha e Reino Unido defendem o pacto.
 Crescem as expostações de carne bovina do Brasil — Foto: Divulgação/Abiec
A União Europeia é o segundo maior comprador do agronegócio brasileiro, tendo sido o destino de 17,6% das exportações do setor neste ano, que geraram US$ 9,9 bilhões até julho. Fica atrás apenas da China. Esse mercado poderia ser prejudicado após declarações recentes de autoridades europeias, que reagiram às queimadas na Amazônia.

Queimadas e desmatamento estão relacionados na Amazônia
Na última sexta-feira (23), a Finlândia, que está na presidência rotativa da UE, disse que pretende encontrar uma forma de fazer o bloco banir a importação da carne bovina brasileira por causa da questão ambiental.

No mesmo dia, a França voltou a cogitar se opor ao acordo entre o Mercosul e a União Europeia, no qual o agronegócio brasileiro é um dos beneficiados. E a Irlanda fez coro.

No sábado (24), Alemanha, Reino Unido e Espanha defenderam o pacto. Ele foi anunciado no fim de junho, mas ainda não tem data para começar a valer. Só acontecerá se for aprovado tanto pelo Parlamento europeu quanto pelos congressos dos países do bloco sul-americano.

Carne bovina
O acordo Mercosul-UE abrirá uma porta para o Brasil aumentar o volume de exportações agropecuárias, mas já estão previstos limites para setores mais competitivos, como o de carnes.

O Brasil é o líder mundial na exportação de carne bovina e a União Europeia é o terceiro maior cliente, tendo movimentado US$ 336,3 milhões em compras no acumulado deste ano, de acordo com dados do Ministério da Agricultura.

O Brasil é o líder mundial na exportação de carne bovina e a União Europeia é o terceiro maior cliente, tendo movimentado US$ 336,3 milhões em compras no acumulado deste ano, de acordo com dados do Ministério da Agricultura.



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