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segunda-feira, 9 de setembro de 2019

INTEGRANTES DE FACÇÃO CRIMINOSA NO CEARÁ PRETENDIAM AÇÕES EM REPRESÁLIA À TRANSFERÊNCIA DE MARCOLA


JUSTIÇA.
U
ma investigação do Ministério Público do Ceará (MPCE) descobriu que integrantes de uma facção pretendiam realizar ações criminosas no estado em represália à transferência de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como chefe máximo do grupo.
Marcola cumpre uma pena total de 330 anos de prisão. — Foto: Globonews
Marcola cumpre uma pena total de 330 anos de prisão. — Foto: Globonews
Marcola estava recolhido na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, em São Paulo, ao lado de outros integrantes da cúpula da facção criminosa, que tem atuação nacional. 
RESTAURANTE DONA BELAEle foi transferido para a Penitenciária Federal de Porto Velho, em Roraima, em 13 de fevereiro deste ano, para cumprir a pena em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), isolado de outros internos. Dois meses depois, foi enviado à Penitenciária Federal de Brasília, no Distrito Federal.
A transferência do número 1 do grupo fez com que faccionados de vários estados, inclusive do Ceará, planejassem ações criminosas.
O G1 obteve acesso a informações da Operação Jericó, deflagrada pelo MPCE no dia 15 de agosto para combater a atuação da facção criminosa.
Interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça mostraram que os investigados conversaram sobre a transferência de Marcola e a possibilidade de um "salve" da facção para que fossem realizadas ações para "parar o Brasil".
Em um áudio, um suspeito afirma que a facção pediu a "sintonia" (adesão) de todos os membros no plano criminoso, que é necessário realizar um cadastro, e acrescenta que a organização visa a integridade dos "irmãos" (integrantes).


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