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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

RN TEM AUMENTO DE MAIS DE 4 MIL CASOS DE CHIKUNGUNYA EM 2019; NÃO HÁ REGISTRO DE ZIKA

RN-SAÚDE
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Rio Grande do Norte teve um aumento de mais de 4 mil casos de chikungunya de janeiro a outubro deste ano em relação ao mesmo período do ano passado..

Também há oito casos de morte confirmados pela chikungunya neste ano – seis aconteceram em Natal e outras duas em Parnamirim.

Os dados são do novo boletim de arboviroses no RN, da Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (Suvige), e foram divulgados nesta terça-feira (22) pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Os casos são referentes até o dia 5 de outubro.

A incidência dos casos confirmados da doença neste período é de 383,87 casos por 100 mil habitantes. Ao todo, o Rio Grande do Norte teve 13.355 casos suspeitos da doença neste ano.

Dengue
O casos de dengue subiram mais de 1 mil novos confirmados de setembro para outubro, desde o último boletim divulgado pela secretaria, no mês passado. O número geral no ano, no entanto, é menor do que nesse mesmo período de 2018.

Ao todo, são 8.632 casos confirmados de 35.135 suspeitos neste ano. Em 2018, no entanto, de janeiro a outubro, o RN tinha 11.920 casos confirmados de dengue – 3,2 mil a mais.

Neste ano, também foram confirmados duas mortes por dengue no estado.

Zika vírus
O zika vírus não tem nenhum caso confirmado no Rio Grande do Norte nesses 10 meses de 2019. No ano passado, por sua vez, foram 57 confirmações. O número de casos que foram recebidos como prováveis pela secretaria neste ano, no entanto, foi maior que em 2018: 1.088 contra 478.

A Sesap tem orientado ações de prevenção e educação em saúde para os municípios para minimizar esses casos. A secretaria também direciona e supervisiona o trabalho de agentes de endemias para o controle do vetor, o mosquito Aedes aegypti. Há também operações de aplicação do inseticida por meio dos carros fumacê, que devem ocorrer apenas quando houver necessidade do controle de surtos e epidemias por arboviroses.

“É necessário que todos tomem as medidas de prevenção à proliferação do mosquito: receber o agente de combate às endemias em suas residências, eliminar água de vasos de flores, tampar tonéis e tanques, não deixar água acumulada, lavar semanalmente depósitos de água, manter caixas de água e tanques devidamente fechados e colocar o lixo em sacos plásticos, mantendo a lixeira fechada, entre outras”, reforça a subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesap, Alessandra Lucchesi.

G1/RN

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